Toyota 50 anos Toyota 50 anos


50
anos,

a Toyota veio para ficar consigo.

Em 1968, Salvador Caetano trouxe para Portugal a Toyota e a vontade de fazer história. E fez. 50 anos depois, fazemos parte das histórias de muitos portugueses.

“Que orgulho fazer parte da família Toyota, comemoramos já meio século de dinamismo e inovação. Bravo!”

Embaixadora da marca desde 2005, Cláudia Vieira sente-se privilegiada e orgulhosa por acompanhar a evolução e qualidade da marca.
1. A Toyota aproveitou a celebração dos 50 anos da marca em Portugal para fazer uma retrospetiva dos principais marcos da sua história. Ainda está longe, mas há algum objetivo que faça questão de cumprir antes de fazer 50 anos?

Numa profissão tão exigente como a minha, sei que vou ter sempre desafios. Antes dos 50 anos quero pisar mais tábuas de palco, quero ter mais um filme no meu currículo, estar sempre preparada com as ferramentas certas para os desafios que me propõem e quero voltar a ser mãe. E mais importante que tudo, quero sempre ter vontade de sonhar! Não gosto de colocar prazos nem pressionar estas metas, mas gosto de estar preparada e focada nos objectivos.
2. Tentando olhar para o futuro, como se imagina a celebrar 50 anos de carreira?

É difícil imaginar-me com 50 anos de carreira. Se esse dia chegar, e eu espero que sim, seria muito bom. Era sinal de que tinha conseguido continuar a fazer aquilo mais gosto durante todo este tempo.
3. É embaixadora Toyota desde 2005, o que perfaz mais de 10 anos na história da marca. Considera-se parte responsável pela imagem e valores da marca e do papel que a Toyota tem na vida dos portugueses?

Sem dúvida. Ao longo destes anos, tem sido um orgulho representar a Toyota, e em especial, em conhecer de perto a filosofia desta marca que, embora tenha um ADN japonês, apresenta-se com alma portuguesa, e é uma marca que prima pela segurança e inovação. E eu, como embaixadora, tenho o privilégio de acompanhar e constatar na primeira pessoa a evolução e qualidade da marca. Sou uma orgulhosa embaixadora!
4. Alguma vez lhe aconteceu ou apeteceu pegar no carro e conduzir sem destino para um sítio em que ninguém a conhecesse? Que escapes encontra para repor energias?

Acho que já todos pensamos isso, não é? Penso que é essencial termos tempo para refletir e dedicarmos a nós. Às vezes, basta um dia ou dois num dos meus refúgios para que volte cheia de energia para o trabalho. E sim, vou até lá de Toyota (risos). Para mim o conforto e ligação com o carro é bastante importante, muitas vezes ele é a minha segunda casa onde é companheiro nas reflexões e onde tenho tempo só para mim.
5. Com uma vida tão ocupada, pertence ao clube de condutores que fazem do carro uma segunda casa?

Sem dúvida! Às vezes consigo estudar guiões, tratar da maquilhagem, e até trocar de roupa se tiver de ser. Já dei por mim a pensar que passo mais tempo sentada no carro, do que em casa no sofá.