Toyota 50 anos Toyota 50 anos


50
anos,

a Toyota veio para ficar consigo.

Em 1968, Salvador Caetano trouxe para Portugal a Toyota e a vontade de fazer história. E fez. 50 anos depois, fazemos parte das histórias de muitos portugueses.

Do papel ao grande ecrã, a Toyota apoia as artes

Em 50 anos de vida em Portugal, a Toyota tem vindo a deixar marca não só no setor automóvel do país, mas também na produção artística que se faz por cá. Entre festivais, filmes e documentários apoiados, há até espaço para edições especiais. O objetivo? Reforçar a importância da cultura, lado a lado com os valores da Toyota.
A Toyota e a ficção nacional
Às vezes, o apoio da Toyota à produção cultural no nosso país manifesta-se em gestos quase simbólicos. Foi o caso do filme “Índice Médio de Felicidade”, realizado por Joaquim Leitão. Trata-se de uma adaptação do livro com o mesmo nome da autoria de David Machado no qual uma carrinha Hiace é parte essencial da história.
Não foi fácil encontrar um modelo de terceira geração da mítica Hiace para ceder à equipa de rodagem, mas a Toyota empenhou-se e fez acontecer. Este apoio passou também pela promoção do filme e por uma série de ações na sua estreia.
Da sétima arte à televisão
Ainda na área do cinema, a Toyota é conhecida por apoiar festivais como o Curtas de Vila do Conde e o FantasPorto , para o qual lançou mesmo uma edição limitada do AYGO.

Criada para celebrar a parceria da marca no Fantasporto, a edição especial AYGO Fantas saiu nas versões de 3 e 5 portas, em 2007. O sucesso foi tal, que foi reeditada em edições seguintes do festival.
É comum a marca estar presente em filmes nacionais, como “Índice Médio de Felicidade”, e internacionais. Neste campo, o híbrido Prius é quase uma celebridade: é o modelo ideal para personagens preocupados com o ambiente.

Na ficção nacional destaque para a ligação da Toyota a várias novelas da SIC, muito graças à inclusão de figuras públicas como a Cláudia Vieira, atriz e embaixadora da marca em Portugal.

A Toyota orgulha-se ainda de contribuir para o desenvolvimento de documentários nacionais, em especial projetos assinados por jovens realizadores. Filmes como “Obra-Prima” e o episódio dedicado ao majestoso Coche dos Oceanos são disso um exemplo recente.
IQ que são peças de arte
Em 2013, a Toyota lançou cinco exemplares do Toyota iQ inspirados no modelo criado em 2010 pela artista plástica Joana Vasconcelos. Desengane-se que a relação da marca com a artista começou aí.
Os primeiros passos para esta edição limitada foram dados em 2008, aquando do lançamento do modelo iQ em Portugal. Em parceria com o semanário “Expresso”, a Toyota propôs a quatro personalidades portuguesas que decorassem um modelo. Foram elas: Joana Vasconcelos, José Luís Peixoto, Mário Laginha e Bárbara Guimarães.

No caso de Joana Vasconcelos, o desafio viria a ganhar vida como parte integrante da sua obra. Assim, em 2010, foi a artista plástica a desafiar a Toyota: porque não dar vida o esboço idealizado dois anos antes? Nasceu daí o primeiro modelo iQ idealizado por Joana Vasconcelos.
Com o caminho trilhado, a Toyota lançou, em 2013, uma edição limitada do iQ, com o nome de Urban Art, em cinco variações de cor. Cada um desses modelos exclusivos tem um valor inestimável, tanto para a Toyota como para os donos. Afinal, é possível estar ao volante de uma verdadeira obra de arte.
Todos os automóveis das gamas Toyota são resultado do trabalho de colaboradores que encaram o processo de fabrico como verdadeiros artistas. Há um modelo ideal à sua espera.